Extinção de municípios: Confira a opinião dos deputados estaduais sobre o assunto

Florianópolis – Parlamentares de diversas bancadas falaram em sessão ordinária da Assembleia Legislativa sobre a inciativa do governo federal de enviar ao Senado proposta de extinção dos pequenos municípios. Confira as opiniões.

“Nos preocupa muito a proposta de extinção pura e simples de municípios com menos de cinco mil habitantes e que não tenham uma receita própria de 10% daquilo que recebem de retorno dos impostos”, declarou Valdir Cobalchini (MDB), acrescentando que se o critério fosse o movimento econômico dos municípios, os resultados seriam diferentes.

“Dentro dos 39 municípios, 23 são do Oeste, a fatia mais expressiva é da nossa região, comungo com a opinião de que precisamos diminuir a máquina, mas não desta forma, a fórmula de calcular tem de ser diferente, não vai passar”.
Marlene Fengler (PSD)

“O governo federal assustou todos os brasileiros, essa ideia iluminada vai retroagir para maleficiar”.
Ada de Luca (MDB)

“Acredito nesta grande união que temos na Casa e no olhar diferencial para os pequenos municípios”.
Jerry Comper (MDB)

“O ministro da economia está governando do gabinete, não vai para os municípios, não sente o sacrifício do povo, a coisa mais fácil que tem é fechar município, não é esta condição que a gente espera de um ministro de estado do nosso país. Vai perguntar se eles aceitam voltar para o município mãe, estavam abandonados pelo município maior”.
Luciane Carminatti (PT).

“Não é algo que pode ser empacotado, levado ao Congresso e discutido apenas na esfera federal. Não, não, os municípios precisam ficar atentos”.
Paulinha (PDT)

“Temos de acabar com ideia de que o dinheiro público é da viúva, o dinheiro vem das pessoas, cada real que esses municípios gastam, que a Assembleia gasta, vem dos pagadores de impostos, não existe pote de ouro no fim do arco-íris! Temos de começar a fazer uma análise do custo-benefício da forma como organizamos o estado. Se o o projeto for aprovado serão extintos 1.253 cargos de prefeitos, 1.253 vices-prefeitos e cerca de 11 mil cargos de vereadores e mais ‘um monte de apadrinhado político, um monte de cabide de emprego’”.
Bruno Souza (sem partido)

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