Deputado Kennedy Nunes concede entrevista para o Click Xaxim/Rádio Amiga FM

O deputado estadual Kennedy Nunes esteve em Xaxim na última sexta-feira (26) e concedeu entrevista para a Rádio Amiga FM/ Click Xaxim.

Entre os assuntos abordados, a reforma da previdência posposta por Carlos Moisés e como anda o caso dos R$33 milhões utilizados indevidamente na compra de respiradores.

Deputado, qual o motivo da sua visita à região oeste?

Renan, na verdade estivemos pela região para trazer recurso para a região e também acompanhar o nosso presidente Jair Bolsonaro que esteve na sexta-feira e sábado em Chapecó.

Acompanhar o presidente foi muito bom, não só por acreditar no que ele fala, mas principalmente pelos anúncios que ele fez na infraestrutura do nosso Estado. Ele anunciou liberação de recursos para as nossas rodovias e também principalmente falou sobre a integração dos três estados produtores de cereais, a rodovia da soja, que é a alimentação da proteína animal, algo que a região oeste do estado produz.

Essa é uma luta antiga nossa para que se possa diminuir a distância e os custos da busca por ração e assim auxiliar na produção animal que também é exportada.

E os R$33 milhões, já é um caso encerrado?

Olha, os R$33 milhões ainda não voltaram, isso quer dizer que roubaram. Tem R$ 11 milhões que conseguiram deter e agora está na justiça para ver quem é que paga o imposto desse dinheiro. O secretário da saúde do governador Moisés, André Motta espera que isso seja esquecido, mas não vamos esquecer.

Santa Catarina não vai perdoar o Moisés até que sejam presos os responsáveis pelo roubo ou o dinheiro volte para os caixas públicos.

Qual sua opinião sobre a reforma da previdência em Santa Catarina?

A reforma administrativa é necessária. Mas precisamos lembrar que o grande déficit da reforma administrativa está em relação às vantagens que os oficias da Polícia Militar tem. Nós precisamos diminuir esse déficit. Por exemplo, o governador Carlos Moisés se aposentou aos 49 anos, ele era tenente-coronel e quando deu tempo pediu a reserva porque sequer ficou um dia como coronel “full”, mas, desde os 49 anos ele recebe como um coronel integral. Foram todas essas questões que levaram a nossa previdência pública ao ponto que chegamos.

O senhor vai a reeleição? Qual o seu próximo passo na política Catarinense?

Na verdade eu estava pronto para ir a minha reeleição, buscar um quinto mandato. Entretanto, eu fui chamado em Brasília e me deram uma missão. O presidente tem tido grande dificuldade no Senado em ter pessoas com experiência política e que não tenham nenhum tipo de amarras junto à justiça e que possam ir lá em defender ele. Fui um dos dez escolhidos dos mais próximos de Bolsonaro para buscar essa vaga.

Decidi aceitar a missão e no ano que vem serei candidato a uma vaga no Senado para defender a vida, a família, os bons costumes e ajudar o presidente Bolsonaro.

Quero colocar uma faca no dente e enfrentar o Renan Calheiros e o STF.

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