Nova pirâmide? 10 são presos em operação que investiga promessa de retorno de 15% ao mês

RS/SC – A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal cumpriram, na manhã desta terça-feira (21), 10 mandados de prisão preventiva e 25 de busca e apreensão em cinco cidades gaúchas e em Santa Catarina e São Paulo. A chamada Operação Egypto investiga a Indeal, com sede em Novo Hamburgo, que atua sem autorização do Banco Central.

De acordo com o site Gaúcha ZH, o inquérito foi instaurado em janeiro para investigar a atuação da empresa, que estaria captando recursos de terceiros para investimento no mercado de criptomoedas. Conforme a PF, a companhia assumia o compromisso de retorno de, pelo menos, 15% no primeiro mês de aplicação.

Ainda não há um balanço de quantas pessoas foram lesadas, mas o superintendente da PF no Estado, Alexandre Isbarrola, afirma que são “centenas”.

Para diminuir o prejuízo das vítimas, veículos de luxo foram apreendidos na casa dos investigados.

Segundo a investigação, os empresários prometiam a compra de criptomoedas, mas utilizavam o dinheiro para enriquecimento pessoal.

O procurador Celso Três, que coordenou a apuração pelo Ministério Público Federal, alerta que além da empresa do Vale do Sinos, outras estão sendo investigadas. “Há outras atuando, à mercê da ganância das pessoas”, diz.

A operação foi denominada Egypto pela similaridade dessa palavra com o termo “cripto” e pelo fato de que o negócio da empresa foi classificado por terceiros como de “pirâmide financeira”.

 

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