Reunião de Trabalho discute maus-tratos a animais em Chapecó

A Comissão Especial de Proteção e Defesa Animal da Câmara de Vereadores de Chapecó, realizou na tarde desta sexta-feira (05), Reunião de Trabalho, para discutir os maus-tratos a animais. A comissão é formada pelos vereadores Wilson Cidrão (Patriota), Sueli Suttili (PSD) e Marcilei Vignatti (PSB). Participaram do encontro, representantes da Prefeitura de Chapecó, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Ambiental, Guarda Municipal, Cidasc, Núcleo de Atenção aos Pequenos Animais (NAPA) e entidades ligadas a proteção animal.

O vereador Cidrão explicou que a reunião de trabalho foi realizada para que todos os integrantes das forças de seguranças pudessem explicar de que forma cada uma atua no combate aos maus-tratos a animais. “Com base nesses levantamentos, fica mais fácil planejar ações que possam realmente reduzir esse tipo de crime no município”, destacou.

Cada representante teve sua oportunidade para esclarecer suas ações. O procurador-geral do Município, Jauro Gehlen, disse que a competência do Município é abrir processos administrativos que passam por advertências, multas e apreensão do animal. Já a coordenadora do NAPA, Ana Batista, lembrou que o órgão recebe de 20 a 30 denúncias por dia, via aplicativo “Chapecó Digital”. Segundo ela, as abordagens são feitas com o auxílio das forças de segurança, além de realizarem as castrações e microchipagem.

Representantes das polícias, destacaram os atendimentos de denúncias de maus-tratos, a elaboração de boletins de ocorrência e até a condução dos autores para a delegacia. “Nos casos de crimes contra cães e gatos, não há possibilidade nem de pagamento de fiança”, lembrou o delegado Eder Matte. “Nossa maior dificuldade é dar um destino a esses animais”, lembrou o representante da Polícia Ambiental, Jardel Bocchi.

A vereadora Sueli Suttili disse que a reunião foi bastante produtiva e que servirá para a comissão apontar sugestões e ações a todos os responsáveis na prevenção e no combate aos crimes contra os animais. “Mas temos que lembrar que o maior problema é a falta de educação. Os trabalhos de orientação e conscientização têm papel fundamental nesse processo”, finalizou.

Fonte: Assessoria Câmara Municipal de Chapecó

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